terça-feira, 22 de Dezembro de 2009


Desejamos a todos o Mafrenses um Feliz Natal.

Depois das festas estaremos de volta.

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

O trabalho do CDS em Mafra

Foi no passado dia 19 de Novembro que decorreu a Assembleia Municipal extraordinária.
Foram bastantes os pontos da ordem de trabalhos (cerca de 18 pontos), mas apenas os últimos 5 suscitaram mais discussão, pois eram relacionados com os impostos, o orçamento municipal e a organização dos serviços autárquicos.
Nos impostos a posição do CDS foi clara: estamos em crise, o dinheiro deve ficar nas empresas e nas famílias, não no Estado! Logo a CMM, que tem aplicado a taxa máxima aos impostos, deve, gradualmente e dentro das suas possibilidades, descer os impostos, aliviando a carga fiscal sobre as famílias e empresas e dando mais competitividade ao concelho. Infelizmente, a maioria absoluta do PSD aprovou novamente os impostos à taxa máxima.
Na questão da organização dos serviços autárquicos, e ao contrário da atitude geral dos restantes grupos parlamentares, o CDS colocou várias questões e pediu esclarecimentos relevantes.
Prova disso são as repercussões na comunicação social local.
Escreve um semanário concelhio: "Mafra vai ter um corpo de polícias municipais composto por 30 elementos. A revelação foi feita no decorrer da primeira Assembleia Municipal da nova equipa municipal. (...) Respondendo a uma pergunta, o Presidente da Câmara Engº José Ministro dos Santos, explicou que a opção por um tão substancial aumento de efectivos tem por base um estudo...".
O que não veio escrito neste artigo foi que quem levou o Presidente da Câmara a dar estes esclarecimentos foi o CDS, que não se limitou a olhar para os documentos das propostas e ir lá votar, mas soube fazer o seu trabalho de casa e insistir na fiscalização da governação: esse é o papel dos deputados municipais!
Pena é que a comunicação social local não dê essa informação aos cidadãos, que certamente gostariam de saber o que os seus representantes fazem por si.
Mas a JP não cala, pois, juntamente com o CDS, assumimos UM COMPROMISSO COM AS PESSOAS DO CONCELHO!

sábado, 5 de Dezembro de 2009

Partiste há 29 anos



O tempo passa e a justiça tarda...

Mas porque "A juventude não é instalada", nós não esquecemos!

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Primeira intervenção de Michael Seufert na AR

25/11/75

O 25 de Novembro de 1975 constitui uma data marcante e decisiva da história contemporânea de Portugal. Nessa data memorável, foi resgatada a democracia portuguesa das amarras de uma perigosa aventura revolucionária que visava implantar em Portugal um regime totalitário de cariz colectivista. A principal força operacional envolvida foi o Regimento de Comandos, aquartelada na Amadora, sob a chefia do Coronel Jaime Neves.

De facto, o percurso histórico do regime democrático instaurado em Portugal com o 25 de Abril de 1974 não teria sido o mesmo se não tivesse ocorrido o 25 de Novembro de 1975. Não se pode esquecer que, nessa altura, se vivia em Portugal um clima de enorme instabilidade, tensão e insegurança. Era o chamado “verão quente” de 1975. Inúmeras empresas tinham sido nacionalizadas. Muitas explorações agrícolas tinham sido ocupadas. Despoletavam-se as greves. As sedes dos partidos democráticos eram assaltadas. Reinava a indisciplina nos quartéis. Era a época do PREC (período revolucionário em curso). Sucediam-se as manifestações e as contra-manifestações. O país estava à beira da guerra civil. As forças militares próximas dos sectores da esquerda revolucionária procuravam implantar em Portugal um regime distante dos sistemas democráticos vigentes na Europa ocidental.

É neste quadro que surge a acção de um punhado de militares corajosos. As principais movimentações operacionais couberam ao Regimento de Comandos. Fruto da sua acção, a situação político-militar foi normalizada. Entre os diversos Comandos, encontrava-se José Gonçalves, Capitão Comando, que se tornaria mais tarde empresário de sucesso na zona do oeste e desempenharia intensa actividade política no seio do CDS-PP, tendo sido Conselheiro Nacional e Presidente durante diversos anos da Comissão Política do CDS-PP de Mafra. Falecido no início de 2009, o seu nome não pode de deixar de ser invocado nas memórias dedicadas ao 25 de Novembro de 1975.


Alves Pardal

domingo, 29 de Novembro de 2009

Jantar do 25 de Novembro - Amadora

Era uma noite de semana, estava fria e chuvosa. Mesmo assim não deixamos de estar presentes.
As concelhias da JP e do CDS-PP de Mafra estiveram bem representadas no jantar, que contou com a presença do Dr.Paulo Portas e de muitos militantes e simpatizantes.
De realçar a evocação que foi feita à memória do Capitão José Gonçalves, um dos Comandos do 25 de Novembro e Presidente da Concelhia de Mafra do CDS-PP durante muitos anos.
Aqui vos deixamos algumas fotos.


quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

ENCONTRE AS DIFERENÇAS (2)


1975 - PREC: Processo Revolucionário Em Curso.


2009 - PREC: Processo de Recessão Em Curso.

25/11/1975 – O Estado a que chegámos

No pós-25 de Abril terminou-se com o Estado Novo (que de novo já nada tinha) mas, ao contrário do que se diz, não se conquistou nesse dia a democracia.
A acção do COPCON, do PCP, dos SUV e da extrema-esquerda em geral levou o país para o buraco e chegámos ao limite. Nacionalizações, manifestações, insegurança, perseguições e detenções políticas, censura na imprensa, saneamentos, enfim, até tivemos o 1º governo no mundo que fez greve.
Tudo isto foi o que a extrema-esquerda ofereceu ao país durante o PREC.
O objectivo era claro: conduzir Portugal a uma nova revolução que nos trouxesse o Comunismo Totalitarista.
Um Homem atravessou-se no caminho deles: o comando Jaime Neves. Com ele levou os seus soldados e antigos camaradas de armas. Com ele trouxe a democracia.


Carla Figueiredo

25/11/1975 – Ainda sou do tempo…

É com emoção que recordo esse dia em que o país se transformou.
O país esteve à beira do precipício e só não caiu porque houveram Homens bravos que se impuseram a quem queria outra ditadura. Se hoje escrevo estas linhas é porque Ramalho Eanes, Pires Veloso, Jaime Neves, José Gonçalves e uns quantos outros garantiram a nossa liberdade e a nossa democracia.
É triste ver hoje tantos incapazes a representar aquilo que grandes Homens nos deram: o Portugal Democrático.



Rui Cardoso

25/11/1975 – Dia da Confirmação

Muitas coisas podem ser ditas e muito se pode especular sobre o 25 de Novembro.
Mas para aqueles que, como eu, pertencem às gerações dos “nascidos em liberdade”, para aqueles que nasceram quando o 25 de Novembro já era parte da História, apenas duas conclusões se podem tirar:
  • Se temos liberdade de pensar, falar, escrever e participar na construção da Pátria, devemo-la não só aos que fizeram Abril, mas também aos que garantiram Abril naquele dia de Novembro.
  • Já é tempo de se acabar com este branqueamento da História, esquecendo que tanto se lutou pela Liberdade e pela Democracia em Novembro como se havia lutado em Abril, esquecendo que o país esteve à beira da guerra civil, esquecendo que por pouco não fomos a “Cuba da Europa”, ignorando que o PREC existiu e não só empobreceu o país, como comprometeu o seu desenvolvimento futuro.


É tempo de reconhecer a coragem de uns poucos que arriscaram a vida por muitos.
Parafraseando o Prof. Adriano Moreira, “deixemos desaparecer a espuma do tempo” e honremos a nossa História.


Tiago Nunes