25/11/75
O 25 de Novembro de 1975 constitui uma data marcante e decisiva da história contemporânea de Portugal. Nessa data memorável, foi resgatada a democracia portuguesa das amarras de uma perigosa aventura revolucionária que visava implantar em Portugal um regime totalitário de cariz colectivista. A principal força operacional envolvida foi o Regimento de Comandos, aquartelada na Amadora, sob a chefia do Coronel Jaime Neves.
De facto, o percurso histórico do regime democrático instaurado em Portugal com o 25 de Abril de 1974 não teria sido o mesmo se não tivesse ocorrido o 25 de Novembro de 1975. Não se pode esquecer que, nessa altura, se vivia em Portugal um clima de enorme instabilidade, tensão e insegurança. Era o chamado “verão quente” de 1975. Inúmeras empresas tinham sido nacionalizadas. Muitas explorações agrícolas tinham sido ocupadas. Despoletavam-se as greves. As sedes dos partidos democráticos eram assaltadas. Reinava a indisciplina nos quartéis. Era a época do PREC (período revolucionário em curso). Sucediam-se as manifestações e as contra-manifestações. O país estava à beira da guerra civil. As forças militares próximas dos sectores da esquerda revolucionária procuravam implantar em Portugal um regime distante dos sistemas democráticos vigentes na Europa ocidental.
É neste quadro que surge a acção de um punhado de militares corajosos. As principais movimentações operacionais couberam ao Regimento de Comandos. Fruto da sua acção, a situação político-militar foi normalizada. Entre os diversos Comandos, encontrava-se José Gonçalves, Capitão Comando, que se tornaria mais tarde empresário de sucesso na zona do oeste e desempenharia intensa actividade política no seio do CDS-PP, tendo sido Conselheiro Nacional e Presidente durante diversos anos da Comissão Política do CDS-PP de Mafra. Falecido no início de 2009, o seu nome não pode de deixar de ser invocado nas memórias dedicadas ao 25 de Novembro de 1975.
De facto, o percurso histórico do regime democrático instaurado em Portugal com o 25 de Abril de 1974 não teria sido o mesmo se não tivesse ocorrido o 25 de Novembro de 1975. Não se pode esquecer que, nessa altura, se vivia em Portugal um clima de enorme instabilidade, tensão e insegurança. Era o chamado “verão quente” de 1975. Inúmeras empresas tinham sido nacionalizadas. Muitas explorações agrícolas tinham sido ocupadas. Despoletavam-se as greves. As sedes dos partidos democráticos eram assaltadas. Reinava a indisciplina nos quartéis. Era a época do PREC (período revolucionário em curso). Sucediam-se as manifestações e as contra-manifestações. O país estava à beira da guerra civil. As forças militares próximas dos sectores da esquerda revolucionária procuravam implantar em Portugal um regime distante dos sistemas democráticos vigentes na Europa ocidental.
É neste quadro que surge a acção de um punhado de militares corajosos. As principais movimentações operacionais couberam ao Regimento de Comandos. Fruto da sua acção, a situação político-militar foi normalizada. Entre os diversos Comandos, encontrava-se José Gonçalves, Capitão Comando, que se tornaria mais tarde empresário de sucesso na zona do oeste e desempenharia intensa actividade política no seio do CDS-PP, tendo sido Conselheiro Nacional e Presidente durante diversos anos da Comissão Política do CDS-PP de Mafra. Falecido no início de 2009, o seu nome não pode de deixar de ser invocado nas memórias dedicadas ao 25 de Novembro de 1975.
Alves Pardal
domingo, 29 de novembro de 2009
Jantar do 25 de Novembro - Amadora
Era uma noite de semana, estava fria e chuvosa. Mesmo assim não deixamos de estar presentes.
As concelhias da JP e do CDS-PP de Mafra estiveram bem representadas no jantar, que contou com a presença do Dr.Paulo Portas e de muitos militantes e simpatizantes.
De realçar a evocação que foi feita à memória do Capitão José Gonçalves, um dos Comandos do 25 de Novembro e Presidente da Concelhia de Mafra do CDS-PP durante muitos anos.
Aqui vos deixamos algumas fotos.
25/11/1975 – O Estado a que chegámos
No pós-25 de Abril terminou-se com o Estado Novo (que de novo já nada tinha) mas, ao contrário do que se diz, não se conquistou nesse dia a democracia.
A acção do COPCON, do PCP, dos SUV e da extrema-esquerda em geral levou o país para o buraco e chegámos ao limite. Nacionalizações, manifestações, insegurança, perseguições e detenções políticas, censura na imprensa, saneamentos, enfim, até tivemos o 1º governo no mundo que fez greve.
Tudo isto foi o que a extrema-esquerda ofereceu ao país durante o PREC.
O objectivo era claro: conduzir Portugal a uma nova revolução que nos trouxesse o Comunismo Totalitarista.
Um Homem atravessou-se no caminho deles: o comando Jaime Neves. Com ele levou os seus soldados e antigos camaradas de armas. Com ele trouxe a democracia.
A acção do COPCON, do PCP, dos SUV e da extrema-esquerda em geral levou o país para o buraco e chegámos ao limite. Nacionalizações, manifestações, insegurança, perseguições e detenções políticas, censura na imprensa, saneamentos, enfim, até tivemos o 1º governo no mundo que fez greve.
Tudo isto foi o que a extrema-esquerda ofereceu ao país durante o PREC.
O objectivo era claro: conduzir Portugal a uma nova revolução que nos trouxesse o Comunismo Totalitarista.
Um Homem atravessou-se no caminho deles: o comando Jaime Neves. Com ele levou os seus soldados e antigos camaradas de armas. Com ele trouxe a democracia.
Carla Figueiredo
25/11/1975 – Ainda sou do tempo…
É com emoção que recordo esse dia em que o país se transformou.
O país esteve à beira do precipício e só não caiu porque houveram Homens bravos que se impuseram a quem queria outra ditadura. Se hoje escrevo estas linhas é porque Ramalho Eanes, Pires Veloso, Jaime Neves, José Gonçalves e uns quantos outros garantiram a nossa liberdade e a nossa democracia.
É triste ver hoje tantos incapazes a representar aquilo que grandes Homens nos deram: o Portugal Democrático.
O país esteve à beira do precipício e só não caiu porque houveram Homens bravos que se impuseram a quem queria outra ditadura. Se hoje escrevo estas linhas é porque Ramalho Eanes, Pires Veloso, Jaime Neves, José Gonçalves e uns quantos outros garantiram a nossa liberdade e a nossa democracia.
É triste ver hoje tantos incapazes a representar aquilo que grandes Homens nos deram: o Portugal Democrático.
Rui Cardoso
25/11/1975 – Dia da Confirmação
Muitas coisas podem ser ditas e muito se pode especular sobre o 25 de Novembro.
Mas para aqueles que, como eu, pertencem às gerações dos “nascidos em liberdade”, para aqueles que nasceram quando o 25 de Novembro já era parte da História, apenas duas conclusões se podem tirar:
Mas para aqueles que, como eu, pertencem às gerações dos “nascidos em liberdade”, para aqueles que nasceram quando o 25 de Novembro já era parte da História, apenas duas conclusões se podem tirar:
- Se temos liberdade de pensar, falar, escrever e participar na construção da Pátria, devemo-la não só aos que fizeram Abril, mas também aos que garantiram Abril naquele dia de Novembro.
- Já é tempo de se acabar com este branqueamento da História, esquecendo que tanto se lutou pela Liberdade e pela Democracia em Novembro como se havia lutado em Abril, esquecendo que o país esteve à beira da guerra civil, esquecendo que por pouco não fomos a “Cuba da Europa”, ignorando que o PREC existiu e não só empobreceu o país, como comprometeu o seu desenvolvimento futuro.
É tempo de reconhecer a coragem de uns poucos que arriscaram a vida por muitos.
Parafraseando o Prof. Adriano Moreira, “deixemos desaparecer a espuma do tempo” e honremos a nossa História.
Tiago Nunes
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Textos do 25 de Novembro

É considerado pela Direita um dia cheio de significado, pois foi em 25 de Novembro de 1975 que se garantiu a Democracia em Portugal (graças à acção, entre outros, do agora General Jaime Neves). No entanto, não deixa de ser uma data também cheia de controvérsia, pois nesse dia "morreu" o projecto da extrema-esquerda portuguesa e a sua expectativa de fazer de Portugal a Cuba europeia. Mais, muita coisa ainda está hoje por explicar.
Muitos dos que nasceram no pós-25 de Novembro não sabem o que foi ou representa este dia. Muitos dos que o viveram também não.
Assim, a JP Mafra resolveu lançar um desafio a todos os leitores e visitantes do nosso blogue:
- Queremos que nos enviem textos de opinião sobre o 25 de Novembro (pró, contra, neutro), que será publicado no blogue.
- Pedimos textos breves (250/300 palavras).
- Podem enviá-los para jpopularmafra@hotmail.com até sábado, dia 28 de Novembro.
- Pedimos que o nome do autor (ou pseudónimo se preferir) venha indicado.
Os textos começarão a ser publicados a partir de dia 25 de Novembro, consoante os formos recebendo.
Conselho Distrital
E lá se fez mais um Conselho Distrital de Lisboa (CDLx), desta vez em ""nossa casa".
Foi com muito prazer que recebemos em Mafra representantes de todo o distrito, que aqui vieram para debater as linhas estratégicas deste mandato da Comissão Política Distrital (CPD).
A CPD apresentou a sua proposta, que consideramos muito completa e capaz (algo a que a direcção de Luis Chiti já nos habituou). É um projecto agregador dos diversos militantes do distrito e das suas concelhias, dando-nos uma nova dinâmica de acção e uma maior capacidade para chegar aos jovens. É este o caminho.
Foi ainda demonstrada uma inteligente compreensão de que as concelhias do norte do distrito (ou seja, do Oeste) têm necessidades e dificuldades próprias que requerem grande atenção. Já era tempo.
Foi ainda demonstrada uma inteligente compreensão de que as concelhias do norte do distrito (ou seja, do Oeste) têm necessidades e dificuldades próprias que requerem grande atenção. Já era tempo.
O nosso agradecimento a todos os conselheiros que vieram até Mafra, à Mesa do Conselho Distrital (presidida, e bem, por Tiago Antão) que dirigiu capazmente o CDLx e à Comissão Política Distrital que trouxe um novo espírito ao nosso distrito.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
25 de Novembro - Jantar Comemorativo

No próximo dia 25 de Novembro a concelhia do CDS-PP da Amadora organiza em colaboração com a Secretaria-Geral o seu tradicional jantar comemorativo do 25 de Novembro.
Estará presente o nosso Presidente, Dr. Paulo Portas.
Este jantar que se vem repetindo é, infelizmente, das poucas celebrações que se fazem por esse dia que nos garantiu a democracia.
É pena. Mas cá estamos para tentar mudar isso.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Conselho Distrital em Mafra
A Juventude Popular de Mafra informa que no próximo sábado se vai realizar mais um Conselho Distrital.Este vai realizar-se pela primeira vez em Mafra, nas instalações da nossa sede. É mais um marco na história da nossa concelhia, que continua a marcar lugar nas estruturas distritais da JP em nome do nosso concelho e também no concelho de Mafra em nome da JP.
É também o resultado de um trabalho de proximidade que vem sendo feito entre as estruturas concelhias do nosso distrito e a estrutura distrital.
Mérito das concelhias, que compreendem que juntos somos mais.
Mérito da distrital, que compreende que a Jota funciona partindo dos militantes de base para os dirigentes regionais e nacionais, e não no sentido inverso.
Estarão presentes os delegados das concelhias do distrito (incluindo os Presidentes das CPCs), a Comissão Política Distrital e a Mesa do Conselho Distrital, presidida por Tiago Antão.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Queda do Muro
A propósito dos 20 anos da Queda do Muro de Berlim, o CDS-PP publicou um texto institucional sobre o tema.Aqui publicamos um excerto:
"Mas evocamos hoje, sobretudo, os que perderam a vida e sofreram por muitos outros; os jovens que só conheceram a liberdade quando já o não eram; os dissidentes que arriscaram tudo; os estadistas que honraram os valores do Ocidente e são pais de uma Europa finalmente sem muros de vergonha."
Muro da Vergonha - 20 Anos Depois

Comemoram-se hoje 20 anos da Queda do Muro de Berlim.
Foi um momento marcante da Históra Mundial, que não deixa indiferentes nem as gerações do pós-queda que não chegaram a saber o que foi combater o Muro e a Vergonha.
A Juventude Popular sempre, desde a sua fundação, lutou pela queda do muro e pela liberdade dos alemães, bem como de todos os jovens que têm vivido oprimidos sob as Ditaduras que a extrema-esquerda instaurou por toda a Europa de Leste, na Ásia e, mais recentemente, na América do Sul.
A Luta pela Liberdade é difícil, mas possível, como há 20 anos se comprovou.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Eleições na JP Mafra
A Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Mafra informa que no passado sábado, dia 31 de Outubro, ocorreram Eleições Gerais para os seus corpos sociais.O Presidente cessante, Tiago Nunes, foi reeleito para um 2º mandato à frente da Comissão Política Concelhia, liderando uma nova equipa composta quer por membros da anterior direcção, quer por novos militantes, que têm aderido a este projecto.
Importa referir que esta nova comissão política passa a contar com militantes de outras zonas do concelho, como a Ericeira, que anteriormente não estavam representadas. É um momento de reforço da equipa dirigente, que se adapta ao novo ciclo político que agora se inicia.
Foram ainda eleitos delegados ao Plenário do CDS-PP e delegados ao Conselho Distrital, bem como a nova Mesa do Plenário Concelhio da JP.
Neste novo mandato foram assumidos como objectivos principais a consolidação do trabalho feito até aqui na estruturação da JP e participação nos trabalhos a nível distrital e nacional, mas também um plano de implementação mais ambicioso e uma participação mais activa na política do concelho.
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